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montesclaros.com - Ano 22 - sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Ministro Alexandre de Moraes decreta "flagrante ilegalidade e desvio de finalidade" por parte do Conselho Federal de Medicina, já que o conselho não tem competência para investigar médicos da Polícia Federal"

Quarta 07/01/26 - 18h45

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, decretou a nulidade da sindicância aberta pelo Conselho Federal de Medicina para apurar o atendimento prestado ao ex-presidente Jair Bolsonaro após sua queda na cela da Polícia Federal.

Na decisão, o ministro considerou que houve "flagrante ilegalidade e desvio de finalidade" por parte do CFM, já que o conselho não tem competência para investigar médicos da Polícia Federal. Moraes ressaltou que a equipe médica da PF "atuou correta e competentemente", conforme atestado por exames realizados no Hospital DF Star.

O ministro determinou ainda que a Polícia Federal ouça o presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, em até dez dias, e que o hospital encaminhe todos os exames de Bolsonaro realizados nesta quarta-feira em 24 horas. O ex-presidente, que passou por exames após a queda, retornou à Superintendência da PF, onde cumpre pena.

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